terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Filme, drama e pipoca!

Tá sem o que fazer? Férias e tudo mais! Assiste o filme que me fez derramar litros de lágrimas.


Alemanha, Segunda Guerra Mundial. O menino Bruno (Asa Butterfield), de 8 anos, é filho de um oficial nazista (David Tewlis) que assume um cargo importante em um campo de concentração. Sem saber realmente o que seu pai faz, ele deixa Berlim e se muda com ele e a mãe (Vera Farmiga) para uma área isolada, onde não há muito o que fazer para uma criança com a idade dele. Os problemas começam quando ele decide explorar o local e acaba conhecendo Shmuel (Jack Scanlon), um garoto de idade parecida, que vive usando um pijama listrado e está sempre do outro lado de uma cerca eletrificada. A amizade cresce entre os dois e Bruno passa, cada vez mais, a visitá-lo, tornando essa relação mais perigosa do que eles imaginam.



Relacionamentos modernos e estranhos

Às vezes me acho anormal. 
Às vezes me acho consciente.
Às vezes me acho dura demais.

Acredito muito em LIBERDADE e sei que pessoas não são posses e nem coisas para serem usadas e brincadas emocionalmente.
Sou mãe e nem por ser a tal, eu quero que minha filha seja minha posse, afinal, ela é um ser humano que vai ter os meus princípios moldados pela personalidade dela. Imagine com um companheiro...
Deveria fazer psicologia só por hobby. Adoro estudar, analisar e observar o comportamento das pessoas.
Ultimamente ando olhando muito para casais modernos e estranhos.

O "AMOR" não é doença. Ele não prende, não faz doer e nem dita regras. 
O "AMOR" é a cura. Ele liberta, consente, confia e desfaz segredos na velocidade da luz.

Aprendi com o TEMPO que gritos, escândalos, ciúmes exagerados, birras, agressões verbais e não verbais, desconfiança e essas coisinhas minúsculas só fazem parte de um grande saquinho de fazer rir.

Como assim Gabi?!

Dentro da gente existem comportamentos inóspitos e irrelevantes que não deveriam nem serem trazidos à tona. É motivo de desgaste, de desdobro e encosto. Aprendi a rir muito quando uma situação está fugindo do meu controle e percebi que o sorriso espanta os males.

Ora, se sabemos que exposições, incursões e desrespeito são dispensáveis nas nossas vidas, porque que ainda continuamos buscando isso? Ah! Só Freud explica!

ACORDEM! RESSURJAM DAS CINZAS! O AMOR é não é fuga de uma situação.
O AMOR é algo que não destrói, não humilha, não retrai.
Dói vê pessoas adoecendo por outros seres humanos, dói sentir a energia de casais que vivem se torturando, e dói mais ainda saber que as pessoas valorizam mais as outras do que a si mesmo.
Cadê o amor próprio? Aquela coisa de auto-estima e blablabla?


O que mais faz mal a uma pessoa é transformar a outra pessoa em um objeto. Isso não é amor. Palavras sábias de Padre Fábio de Melo. Concordo. Não preciso escrever mais nada.




As pessoas vão te tratar como você se permite ser tratado. O que mais me conforta é saber que ao meu redor existem ainda relacionamentos de sucesso, com suas brigas, confusões, mas, acima de tudo com muito respeito e compreensão. TRABALHE SEUS AFETOS E JOGUE FORA QUEM TE COLOCA EM CATIVEIRO.



Beijos carinhosos! Gabi Fontes!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Você também pode!

Vamos lá?! 
Temperaturas quentíssimas? Ok!
Férias? Ok!
Praia e piscina? Ok!
Saídas frequentes com os amigos? Ok!
Muita água de coco, cerveja e carangueijo? Ok!

Então, o mês de janeiro acabou de chegar girls. Vamos no jogar com tudo, sem medo e sem vergonha de ser feliz. Afinal, você, garota Plus Size, também pode usar roupas de banho super bapho.









Eu entrei nesse assunto assim no primeiro dia útil do ano porque eu estava na praia e achei uma dificuldade encontrar um biquíni que preste. Eu até procurei lojas na internet, mas, como sou chata, não achei nenhum estiloso o suficiente para eu comprar. Então, decidi que vou mandar fazer e entre os modelos que mais amei, um dos tops é esse abaixo:


Ah! E sem essa de "sou gorda e não posso ser feliz na praia e na piscina" tá?! Isso ai que tá fora de moda e sem cabimento. Dá pra curti o verão, as férias e as saidinhas com os amigos com estilo e muito glamour. Basta só ter bom senso. E por falar em bom senso vou preparar um post falando sobre os tamanhos e os modelos para cada menina. #embreve


De novo, ano novo!

Foi-se embora mais um ano, 12 meses, mais de 300 dias em que pagamos contas e procuramos lugar para estacionar.
Um ano a mais de experiências vividas, um ano a menos de juventude. Um ano a mais de filmes que gostamos, trabalhos que nos frustaram e pessoas com quem convivemos menos do que gostaríamos. Tempo consumido em chopes, estradas, telefonemas, suor, tevê e cama. 

Você envelheceu ou cresceu este ano?


Envelhecemos sentados no sofá, envelhecemos ao viciar-nos na rotina, envelhecemos criando os filhos da mesma forma como fomos criados, sem levar em conta algumas novas necessidades, outras formas de ser feliz. Envelhecemos passando creme antirrugas no rosto antes de dormir, envelhecemos malhando numa academia, envelhecemos nos queixando da tarifa do condomínio e achando que todo mundo é estúpido, menos nós. Envelhecemos porque envelhecer é mais fácil do que crescer.



Crescer requer esforço mental. Obriga a tomadas de consciência. Exige mudanças. Crescer á a antirrepetição de ideias, é a predisposição para o deslumbramento, é assumir as responsabilidades por todos os nossos atos, os bem pensados e os insanos. Crescer dá uma fisgada diária no peito, embrulha o estômago, tem efeitos colaterais. Machuca.



Envelhecer não machuca. Envelhecer é manso, sereno. Envelhecer é uma apatia, um não-desempenho, um deixa pra lá, vamos ver o que acontece. O que acontece é que você fica mais velho e se considerando tão sábio quanto era anos atrás, anos que passaram iguais, sabedoria que não se renovou.



Crescer custa, demora, esfola, mas compensa. É uma vitória secreta, sem testemunhas. O adversário somos nós mesmos, e o prêmio é o tempo a nosso favor. 



(Martha Medeiros )





Tudo o que queria ter dito, sem tirar e nem por. Feliz 2013 a todos!!